Hoje fui abordado no café do costume por uma senhora idosa ,Testemunha de Jeová, que de vez enquando me aborda tentando falar da sua religião ,e a quem já tentei explicar a minha Via.
Desta vez viu-me espalhar um liquido nas mãos e ficou curiosa.
Queria saber se fazia parte de algum ritual «da minha religião» para treinar a mente.
Sorri respeitosamente e expliquei que é só um gel desinfectante por causa da gripe A.
Lembrei-me logo do ensinamento Budista que diz:
«Vem e Olha (apenas). Não é portato «venham e façam conjecturas».
Devemos ligar-nos ao que é e não ao que queremos que seja ou que esperamos que seja.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Conciliar os lados da existência
Diz Natércia Barros na sua belissima Nota «Imaginário»:«Sem pudor apenas ambicionamos paz de espírito.O nosso imaginário precisa de paixão.»
Recordo o que Mingma (um tibetano que conheci) me contou sobre a 1ª vez que viu o mar.
Depois da fascinação inicial não resistiu a provar a água do mar.
Dizia ele.«É tão bonito mas sabe tão mal.»
Há que conciliar os dois lados da existência.
A Vida não é um objecto que se possa partir em 2 para escolhermos um lado.
A Nota de Natércia Barros pode ser lida em:
http://www.facebook.com/luis.proenca1?ref=profile#/note.php?note_id=141380476145&ref=mf
Recordo o que Mingma (um tibetano que conheci) me contou sobre a 1ª vez que viu o mar.
Depois da fascinação inicial não resistiu a provar a água do mar.
Dizia ele.«É tão bonito mas sabe tão mal.»
Há que conciliar os dois lados da existência.
A Vida não é um objecto que se possa partir em 2 para escolhermos um lado.
A Nota de Natércia Barros pode ser lida em:
http://www.facebook.com/luis.proenca1?ref=profile#/note.php?note_id=141380476145&ref=mf
terça-feira, 29 de setembro de 2009
O desperdicio dos valiosos recursos interiores
Há muitas justificações para não se dar uso aos preciosos recursos interiores que a evolução nos deu para crescermos interiormente e levármos uma Vida mais serena.
Uns confundem o seu uso com mais uma obrigação a incluir na agenda,quando se trata apenas de olhar de forma diferente para nós próprios.
Outros acham que não tem interesse prático.
Por a descoberto os nossos traços desagradáveis e tentar combatê-los tem interesse prático:Permite uma Vida mais Serena.
Uns confundem o seu uso com mais uma obrigação a incluir na agenda,quando se trata apenas de olhar de forma diferente para nós próprios.
Outros acham que não tem interesse prático.
Por a descoberto os nossos traços desagradáveis e tentar combatê-los tem interesse prático:Permite uma Vida mais Serena.
Quem não perdoa não cresce
«Sem o perdão eu não me completo» , escreve a minha Amiga Maria Escritos na sua maravilhosa Nota «Eu,Maria Escritos,aprendi».
Efectivamente quem não perdoa não cresce.
Não perdoar é não gostar de nós mesmos nem de mais ninguém.
Para quem tem um espírito vasto como a Maria , não perdoar seria entrar em coma.
Perdoar mantém-nos o espírito vivo.
Se a gratidão é a reacção positiva aos beneficios,o perdão é a reacção positiva ao mal.
A lindissima Nota da minha Amiga Maria pode (e deve) ser lida em:
http://www.facebook.com/note.php?note_id=169368635428&ref=mf#/note.php?note_id=169368635428&ref=mf
Efectivamente quem não perdoa não cresce.
Não perdoar é não gostar de nós mesmos nem de mais ninguém.
Para quem tem um espírito vasto como a Maria , não perdoar seria entrar em coma.
Perdoar mantém-nos o espírito vivo.
Se a gratidão é a reacção positiva aos beneficios,o perdão é a reacção positiva ao mal.
A lindissima Nota da minha Amiga Maria pode (e deve) ser lida em:
http://www.facebook.com/note.php?note_id=169368635428&ref=mf#/note.php?note_id=169368635428&ref=mf
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
A perfeição não é a meta
Alguém me disse que por mais que eu tente jamais serei perfeito.
Perfeito!?Alguém disse que a perfeição é a meta?
A mensagem é outra.
O importante é compreender que somos a primeira e a última oportunidade da Criação de sermos,aceitármos e desfrutármos AQUILO QUE SOMOS sem máscaras.
É nisso que nos devemos concentrar e tudo o que podemos fazer.
Mas ao fazê-lo a serenidade acontece...
Perfeito!?Alguém disse que a perfeição é a meta?
A mensagem é outra.
O importante é compreender que somos a primeira e a última oportunidade da Criação de sermos,aceitármos e desfrutármos AQUILO QUE SOMOS sem máscaras.
É nisso que nos devemos concentrar e tudo o que podemos fazer.
Mas ao fazê-lo a serenidade acontece...
As respostas estão para além dos conceitos
Estive a ler os mails recebidos.
Muitos amigos a partilhar reflexões sobre a Vida.
Verdadeiras jóias de elaboração intelectual de quem se esforça por perceber tudo pela lógica.
Pensar é importante e útil,mas na Vida o essencial é estar atento e receptivo.
Nem tudo na Vida é redutível a palavras , conceitos e etiquetas.
Há mesmo momentos em que basta falar em silêncio, de coração para coração.
Momentos intemporais para além do pensamento.
Muitos amigos a partilhar reflexões sobre a Vida.
Verdadeiras jóias de elaboração intelectual de quem se esforça por perceber tudo pela lógica.
Pensar é importante e útil,mas na Vida o essencial é estar atento e receptivo.
Nem tudo na Vida é redutível a palavras , conceitos e etiquetas.
Há mesmo momentos em que basta falar em silêncio, de coração para coração.
Momentos intemporais para além do pensamento.
domingo, 27 de setembro de 2009
Desfrutar uma relação em harmonia
Mais um amigo a sofrer por causa de uma relação amorosa.
As relações amorosas marcam excessivamente o compasso da Vida.
Há tendência para carimbar as fases da Vida como boas ou más em função da forma como decorrem essas relações. Porquê?
Esquecemos que também tinhamos uma Vida antes dessas relações.
Tudo isso é fruto de carências emocionais que criam laços de dependência.
Quando estamos completos em nós mesmos podemos desfrutar a relação sem estarmos subjugados.
As relações amorosas marcam excessivamente o compasso da Vida.
Há tendência para carimbar as fases da Vida como boas ou más em função da forma como decorrem essas relações. Porquê?
Esquecemos que também tinhamos uma Vida antes dessas relações.
Tudo isso é fruto de carências emocionais que criam laços de dependência.
Quando estamos completos em nós mesmos podemos desfrutar a relação sem estarmos subjugados.
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